Polícia Militar do Estado do Espírito Santo
Sinopse: Chegamos à 10ª edição. Os primeiros passos foram claudicantes como uma criança que se arrisca a deixar de engatinhar e levantar o seu corpo em direção a algum suporte para agarrar-se e lhe garantir a sustentação para a sua primeira aventura como homo erectus.
Incertezas, dúvidas, sobressaltos. Nada incomum em tudo aquilo que seja novo, inovador, diferente. Tomar a iniciativa de produzir literatura técnica, sem ser enfadonho ou excessivamente academicista, foi uma das primeiras preocupações que permearam o início desta aventura literária.
Avaliar a qualidade dos textos a serem inseridos no corpo desse periódico deveria ser uma constante preocupação, pois a diversificação do público a ser atingido era de grande espectro, exigindo que fosse editado com linguagem acessível, mas que não fosse coloquial, desconstruindo o seu caráter científico.
E isso nós fomos nos habituando a fazer com cada vez mais competência profissional e sem perder o foco na amplitude que pretendíamos que esta publicação alcançasse. Tivemos de criar formas de atrair o interesse do público interno para a Preleção, buscando novos colaboradores, articulistas com capacidade analítico-social dignos de contribuírem com a qualidade do trabalho que fazíamos.
O aproveitamento desse espaço midiático para a divulgação de pesquisas feitas por Oficiais e Praças nos seus cursos de Formação e Aperfeiçoamento foi outra grande inspiração do conselho editorial, abrindo, assim, uma inestimável oportunidade para que grandes e adormecidos pesquisadores da Corporação pudessem expandir seus conhecimentos científicos e contribuir com a qualificação de inúmeros leitores.
