{"id":7701,"date":"2013-03-11T07:36:33","date_gmt":"2013-03-11T10:36:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/?p=7701"},"modified":"2014-11-11T19:59:16","modified_gmt":"2014-11-11T22:59:16","slug":"criminologia-e-natureza-humana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/livros\/criminologia-e-natureza-humana\/","title":{"rendered":"Criminologia e Natureza Humana"},"content":{"rendered":"<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-7702\" title=\"Criminologia e Natureza Humana\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/criminologia-e-natureza-humana.jpg\" width=\"145\" height=\"210\" srcset=\"https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/criminologia-e-natureza-humana.jpg 145w, https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/criminologia-e-natureza-humana-103x150.jpg 103w\" sizes=\"auto, (max-width: 145px) 100vw, 145px\" \/><span style=\"color: #003366;\">Egberto Zimmermann<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #003366;\"><strong>Editor Nuria Fabris<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #003366;\"><strong>Descripci\u00f3n:<\/strong><\/span> A hist\u00f3ria dos pensamentos Criminol\u00f3gicos de cunho etiol\u00f3gico demonstra a oscila\u00e7\u00e3o entre buscar as causas de crimes em fatores biol\u00f3gicos do indiv\u00edduo e buscar nas vari\u00e1veis sociais aquilo que leva um sujeito a delinquir. Percebe-se a exist\u00eancia destes dois eixos centrais, que se acreditam mutuamente excludentes. Por um lado se v\u00ea o positivismo como pertencente a uma vertente criminol\u00f3gica que busca em caracter\u00edsticas f\u00edsicas do indiv\u00edduo a sua marca criminosa. De outro lado se v\u00ea o discurso sociol\u00f3gico que ampara-se, quando muito, na psicologia behaviorista, sustentando que apenas vari\u00e1veis sociais e culturais podem conduzir algu\u00e9m \u00e0 pr\u00e1tica de um delito. Com o avan\u00e7o cient\u00edfico, desenvolveram-se disciplinas como as neuroci\u00eancias, a gen\u00e9tica comportamental e a psicologia evolucionista, que buscam estudar o homem como um ser ao mesmo tempo biol\u00f3gico e social, esferas estas que se influenciam mutuamente. A presente obra, portanto, visa mostrar ao p\u00fablico a contribui\u00e7\u00e3o e o potencial explicativo que a psicologia evolucionista pode oferecer para a compreens\u00e3o deste fen\u00f4meno. Baseado em conceitos como adapta\u00e7\u00e3o, mecanismos mentais e outros, e partindo do pressuposto da normalidade do criminoso e da capacidade de todos para delinquir, a psicologia evolucionista pode contribuir para o estudo da criminalidade, sem preju\u00edzo das demais teorias j\u00e1 desenvolvidas anteriormente, tanto no \u00e2mbito das ci\u00eancias da natureza quanto no das ci\u00eancias humanas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Egberto Zimmermann Editor Nuria Fabris Descripci\u00f3n: A hist\u00f3ria dos pensamentos Criminol\u00f3gicos de cunho etiol\u00f3gico demonstra a oscila\u00e7\u00e3o entre buscar as causas de crimes em fatores biol\u00f3gicos do indiv\u00edduo e buscar nas vari\u00e1veis sociais aquilo que leva um sujeito a delinquir. Percebe-se a exist\u00eancia destes dois eixos centrais, que se acreditam mutuamente excludentes. 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