{"id":20226,"date":"2024-12-02T14:00:49","date_gmt":"2024-12-02T17:00:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/?p=20226"},"modified":"2024-12-02T12:28:47","modified_gmt":"2024-12-02T15:28:47","slug":"crimes-contra-a-saude-publica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/livros\/crimes-contra-a-saude-publica\/","title":{"rendered":"Crimes Contra a Sa\u00fade P\u00fablica"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #003366;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-20227\" src=\"https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/crimes-contra-a-saude-publica.jpg\" alt=\"https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/es\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/crimes-contra-a-saude-publica.jpg\" width=\"145\" height=\"205\" srcset=\"https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/crimes-contra-a-saude-publica.jpg 145w, https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/crimes-contra-a-saude-publica-106x150.jpg 106w\" sizes=\"auto, (max-width: 145px) 100vw, 145px\" \/>Carla Liliane Waldow Esquivel<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #003366;\"><strong>Maison d&#8217;\u00e9dition Juru\u00e1<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #003366;\"><strong>R\u00e9sum\u00e9:<\/strong><\/span> A sa\u00fade constitui um direito-dever impl\u00edcita e expressamente reconhecido pelo texto constitucional e, assim considerado, alcan\u00e7a todas as pessoas, indistintamente, e obriga o Estado \u00e0s presta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas para a sua consecu\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 suficiente, entretanto, o seu reconhecimento pelo Texto Magno como um direito: importa que seja efetivado. Nesse contexto, ganha import\u00e2ncia salutar o direito aos meios de vida, entre os quais est\u00e1 o direito aos alimentos, que dever\u00e3o ser seguros, sob pena de comprometer-se esse direito. A primada seguran\u00e7a alimentar, no entanto, deixa de ser observada quando perpetradas as chamadas fraudes alimentares. Estas podem ser definidas como quaisquer comportamentos destinados a enganar o consumidor a respeito das caracter\u00edsticas essenciais das subst\u00e2ncias ou produtos aliment\u00edcios, causando-lhe preju\u00edzos \u00e0 sa\u00fade. Tamanha \u00e9 sua import\u00e2ncia, por alcan\u00e7ar, al\u00e9m da sa\u00fade, dignidade, vida e patrim\u00f4nio dos consumidores, que o legislador as incriminou no Estatuto Penal, especialmente nos arts. 270 a 277.<br \/>\nEssas disposi\u00e7\u00f5es alcan\u00e7am a altera\u00e7\u00e3o, adultera\u00e7\u00e3o, falsifica\u00e7\u00e3o de alimentos e informa\u00e7\u00e3o a respeito destes. N\u00e3o obstante algumas incorre\u00e7\u00f5es do legislador na composi\u00e7\u00e3o dos tipos de injusto de fraudes alimentares e o entendimento de alguns segmentos doutrin\u00e1rios de que foram revogadas pelos diplomas consumeristas, elas est\u00e3o em pleno vigor e, mais do que nunca, consideram-se fundamentais para a repress\u00e3o das pr\u00e1ticas desonestas de fornecedores de alimentos em detrimento da coletividade de consumidores.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carla Liliane Waldow Esquivel Maison d&#8217;\u00e9dition Juru\u00e1 R\u00e9sum\u00e9: A sa\u00fade constitui um direito-dever impl\u00edcita e expressamente reconhecido pelo texto constitucional e, assim considerado, alcan\u00e7a todas as pessoas, indistintamente, e obriga o Estado \u00e0s presta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas para a sua consecu\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 suficiente, entretanto, o seu reconhecimento pelo Texto Magno como um direito: importa que seja efetivado. 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