{"id":18350,"date":"2022-08-15T14:00:46","date_gmt":"2022-08-15T17:00:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/?p=18350"},"modified":"2022-08-15T13:29:27","modified_gmt":"2022-08-15T16:29:27","slug":"diretrizes-para-a-implementacao-da-gestao-de-riscos-no-tse","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/livros\/diretrizes-para-a-implementacao-da-gestao-de-riscos-no-tse\/","title":{"rendered":"Diretrizes para a Implementa\u00e7\u00e3o da Gest\u00e3o de Riscos no TSE"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #003366;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-18351\" src=\"https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/diretrizes-para-a-implementacao-da-gestao-de-riscos-no-tse.jpg\" alt=\"Diretrizes para a Implementa\u00e7\u00e3o da Gest\u00e3o de Riscos no TSE\" width=\"145\" height=\"205\" srcset=\"https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/diretrizes-para-a-implementacao-da-gestao-de-riscos-no-tse.jpg 145w, https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/diretrizes-para-a-implementacao-da-gestao-de-riscos-no-tse-106x150.jpg 106w\" sizes=\"auto, (max-width: 145px) 100vw, 145px\" \/>TSE<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #003366;\"><strong>R\u00e9sum\u00e9:<\/strong><\/span> A pol\u00edtica de Gest\u00e3o de Riscos do TSE, institu\u00edda pela Portaria-TSE n\u00ba 784, de 20 de outubro de 2017,<br \/>\ncompreende:<\/p>\n<p>I \u2013 os objetivos;<br \/>\nII \u2013 os princ\u00edpios;<br \/>\nIII \u2013 as diretrizes;<br \/>\nIV \u2013 as responsabilidades; e<br \/>\nV \u2013 o processo de gest\u00e3o de riscos.<\/p>\n<p>Este manual visa apresentar o Processo de Gest\u00e3o de Riscos (PGRiscos) com suas etapas, os procedimentos a serem implementados e os instrumentos necess\u00e1rios \u00e0 sua execu\u00e7\u00e3o.<br \/>\nPara melhor compreens\u00e3o, seguem algumas defini\u00e7\u00f5es importantes:<\/p>\n<p>I \u2013 governan\u00e7a: combina\u00e7\u00e3o de processos e estruturas implantadas pela alta administra\u00e7\u00e3o do<br \/>\nTSE para informar, dirigir, administrar e monitorar suas atividades, com o intuito de alcan\u00e7ar os seus<br \/>\nobjetivos;<\/p>\n<p>II \u2013 risco: possibilidade de ocorrer um evento que venha a ter impacto no cumprimento dos objetivos, sendo medido em termos de impacto e de probabilidade;<\/p>\n<p>III \u2013 apetite a risco: n\u00edvel de risco que o TSE est\u00e1 disposto a aceitar;<\/p>\n<p>IV \u2013 avalia\u00e7\u00e3o de risco: processo de identifica\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise dos riscos relevantes para o alcance dos objetivos do TSE e a determina\u00e7\u00e3o de resposta apropriada;<\/p>\n<p>V \u2013 identifica\u00e7\u00e3o de riscos: processo de busca, reconhecimento e descri\u00e7\u00e3o de riscos que compreende a identifica\u00e7\u00e3o de suas fontes, causas e consequ\u00eancias potenciais, podendo envolver dados hist\u00f3ricos, an\u00e1lises te\u00f3ricas, opini\u00f5es de pessoas informadas e de especialistas e as necessidades das partes interessadas;<\/p>\n<p>VI \u2013 n\u00edvel de risco: magnitude de um risco, expressa em termos da combina\u00e7\u00e3o de suas consequ\u00eancias e probabilidades de ocorr\u00eancia;<\/p>\n<p>VII \u2013 procedimentos de controle interno: procedimentos que o TSE executa para o tratamento do risco, projetados para lidar com o n\u00edvel de incerteza previamente identificado;<\/p>\n<p>VIII \u2013 Processo de Gest\u00e3o de Riscos (PGRiscos): aplica\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica de pol\u00edticas, procedimentos e pr\u00e1ticas de gest\u00e3o para as atividades de identifica\u00e7\u00e3o, avalia\u00e7\u00e3o, tratamento e monitoramento de riscos, bem como de comunica\u00e7\u00e3o com partes interessadas em assuntos relacionados a risco;<\/p>\n<p>IX \u2013 resposta a risco: qualquer a\u00e7\u00e3o adotada para lidar com risco, podendo consistir em:<\/p>\n<p>a) aceitar o risco por uma escolha consciente;<br \/>\nb) transferir ou compartilhar o risco;<br \/>\nc) evitar o risco pela decis\u00e3o de n\u00e3o iniciar ou descontinuar a atividade que d\u00e1 origem<br \/>\nao risco; ou<br \/>\nd) mitigar ou reduzir o risco diminuindo sua probabilidade de ocorr\u00eancia ou<br \/>\nminimizando suas consequ\u00eancias;<\/p>\n<p>X \u2013 tratamento de risco: processo de estipular uma resposta a risco.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/diretrizes-para-a-implementacao-da-gestao-de-riscos-no-tse.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-12143 size-full\" src=\"https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/download_fr.gif\" alt=\"T\u00e9l\u00e9charger\" width=\"107\" height=\"25\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TSE R\u00e9sum\u00e9: A pol\u00edtica de Gest\u00e3o de Riscos do TSE, institu\u00edda pela Portaria-TSE n\u00ba 784, de 20 de outubro de 2017, compreende: I \u2013 os objetivos; II \u2013 os princ\u00edpios; III \u2013 as diretrizes; IV \u2013 as responsabilidades; e V \u2013 o processo de gest\u00e3o de riscos. 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