{"id":14769,"date":"2018-05-04T14:00:46","date_gmt":"2018-05-04T17:00:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/?p=14769"},"modified":"2018-05-04T11:44:42","modified_gmt":"2018-05-04T14:44:42","slug":"contagem-regressiva-ate-zero-day","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/livros\/contagem-regressiva-ate-zero-day\/","title":{"rendered":"Contagem Regressiva at\u00e9 Zero Day"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #003366;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-14770\" src=\"http:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/contagem-regressiva-ate-zero-day.jpg\" alt=\"Contagem Regressiva at\u00e9 Zero Day\" width=\"145\" height=\"198\" srcset=\"https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/contagem-regressiva-ate-zero-day.jpg 145w, https:\/\/www.bibliotecadeseguranca.com.br\/fr\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/contagem-regressiva-ate-zero-day-110x150.jpg 110w\" sizes=\"auto, (max-width: 145px) 100vw, 145px\" \/>Kim Zetter<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #003366;\"><strong>Maison d&#8217;\u00e9dition Brasport<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #003366;\"><strong>R\u00e9sum\u00e9:<\/strong><\/span> Em janeiro de 2010, inspetores da Ag\u00eancia Internacional de Energia At\u00f4mica perceberam que centr\u00edfugas nas usinas iranianas de enriquecimento de ur\u00e2nio estavam falhando a taxas sem precedentes. A causa era um mist\u00e9rio completo.<\/p>\n<p>Cinco meses depois, um evento aparentemente n\u00e3o relacionado ocorre: uma empresa de seguran\u00e7a na Bielorr\u00fasia \u00e9 acionada para resolver problemas em computadores no Ir\u00e3 que estavam travando e reiniciando repetidamente.<\/p>\n<p>No in\u00edcio, os programadores da empresa acreditavam que o c\u00f3digo malicioso identificado nas m\u00e1quinas era um simples e rotineiro malware. No entanto, \u00e0 medida que eles e outros especialistas ao redor do mundo investigavam, era descoberto um v\u00edrus misterioso e de incompar\u00e1vel complexidade.<\/p>\n<p>Logo descobriram que tinham trope\u00e7ado no primeiro exemplo mundial de arma digital. O Stuxnet \u2013 como passou a ser conhecido \u2013 era diferente de qualquer v\u00edrus ou worm anteriormente constru\u00eddo: em vez de sequestrar os computadores ou roubar informa\u00e7\u00f5es, o Stuxnet causava destrui\u00e7\u00e3o f\u00edsica real.<\/p>\n<p>Aqui, a jornalista da Wired Kim Zetter se baseia em suas in\u00fameras fontes e extensa expertise para contar a hist\u00f3ria por tr\u00e1s do Stuxnet \u2013 narrando uma espetacular e improv\u00e1vel hist\u00f3ria de geeks de seguran\u00e7a que desvendaram uma campanha de sabotagem com anos de dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas \u201cContagem Regresiva at\u00e9 Zero Day\u201d abrange muito mais que o Stuxnet. Zetter nos mostra como a guerra digital se desenvolveu nos Estados Unidos. Ela nos leva para dentro do pr\u00f3spero \u201cmercado cinza\u201d de exploits zero-day, onde ag\u00eancias de intelig\u00eancia e militares pagam enormes quantias em troca dos c\u00f3digos maliciosos de que precisam para conduzir infiltra\u00e7\u00f5es e ataques. Ela revela o qu\u00e3o vulner\u00e1veis podem ser muitos dos nossos sistemas cr\u00edticos face a a\u00e7\u00f5es semelhantes \u00e0 do Stuxnet, partindo de atacantes an\u00f4nimos ou na\u00e7\u00f5es-estado \u2013 e nos mostra o que pode acontecer caso nossa infraestrutura seja atingida por um ataque assim.<\/p>\n<p>Impulsionado pelo conhecimento e acesso \u00fanicos de Zetter, e cheio de explana\u00e7\u00f5es esclarecedoras a respeito das tecnologias envolvidas, \u201cContagem Regressiva at\u00e9 Zero Day\u201d \u00e9 um retrato abrangente e vision\u00e1rio de um mundo \u00e0 beira de um novo tipo de guerra.<\/p>\n<ul>\n<li>Uma explica\u00e7\u00e3o detalhada de como o v\u00edrus Stuxnet alcan\u00e7ou sua sabotagem \u2013 e como seu funcionamento serviu de \u201cprova de conceito\u201d para potenciais ataques contra sistemas cr\u00edticos nos Estados Unidos e em outros lugares;<\/li>\n<li>Por que os sistemas por tr\u00e1s de nossas redes de energia, oleodutos, barragens e usinas nucleares s\u00e3o vulner\u00e1veis a ataques no estilo do Stuxnet \u2013 e uma vis\u00e3o do que est\u00e1 (e n\u00e3o est\u00e1) sendo feito para resolver essas defici\u00eancias;<\/li>\n<li>Como os Estados Unidos e Israel desenvolveram e desencadearam o Stuxnet, incluindo novas informa\u00e7\u00f5es sobre a linha do tempo por tr\u00e1s de seu desenvolvimento, as pesquisas secretas e os testes envolvidos, e os computadores que propagaram o ataque;<\/li>\n<li>Novos detalhes sobre como o Stuxnet foi descoberto e a hist\u00f3ria da corrida realizada por pesquisadores de seguran\u00e7a ao redor do mundo para decifr\u00e1-lo;<\/li>\n<li>Uma vis\u00e3o da hist\u00f3ria e do desenvolvimento de armas digitais e das capacidades ofensivas dos Estados Unidos;<\/li>\n<li>Novos detalhes sobre a instala\u00e7\u00e3o nuclear iraniana onde as centr\u00edfugas foram atingidas e como a sua exist\u00eancia foi exposta pela primeira vez;<\/li>\n<li>A evid\u00eancia de que o Stuxnet era apenas um de um arsenal de ferramentas sofisticadas que seus criadores lan\u00e7aram pelo mundo, incluindo os programas espi\u00f5es digitais conhecidos como Flame e Duqu;<\/li>\n<li>Uma viagem pelo mercado cinza, onde ag\u00eancias de intelig\u00eancia e militares est\u00e3o se armando com armas digitais e ferramentas de espionagem necess\u00e1rias para realizar futuros atos de guerra cibern\u00e9tica.<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Kim Zetter Maison d&#8217;\u00e9dition Brasport R\u00e9sum\u00e9: Em janeiro de 2010, inspetores da Ag\u00eancia Internacional de Energia At\u00f4mica perceberam que centr\u00edfugas nas usinas iranianas de enriquecimento de ur\u00e2nio estavam falhando a taxas sem precedentes. A causa era um mist\u00e9rio completo. Cinco meses depois, um evento aparentemente n\u00e3o relacionado ocorre: uma empresa de seguran\u00e7a na Bielorr\u00fasia \u00e9 acionada para resolver problemas em computadores no Ir\u00e3 que estavam travando e reiniciando repetidamente. 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